Eu Quero Sexo em Curitiba, aproveite!
Calma, esse não é um pedido desesperado por alguém que está atrás dos prazeres da carne (mas caso esteja interessada meu numero é 966…BRINKS.) e sim a divulgação de uma peça muito legal que está em cartaz no Teatro Lala Schneider.
"Eu Quero Sexo" é um peça do grupo teatral Cia Máscaras de Teatro, e está em cartaz aqui em Curitiba. Fui assistir a peça no último sábado a convite do Claudinho Castro, e gostei do que vi. Logo na entrada recebemos ‘bandeirinhas’ coloridas dependendo do seu estado civil, e na platéia homens e mulheres são separados.
A peça fala de questões sobre sexualidade, desde gravidez precoce até homossexualidade, sem deixar de passar por pontos como uso da camisinha e incompreensões mútuas entre os universos masculino e feminino. Sempre com o bom humor e sutileza e com uma linguagem que aproxima o assunto do público alvo: os jovens.
Durante o espetáculo há toda uma interatividade, em alguns momentos atores fazem perguntas e conversam com o público. Algo que pode ser melhor trabalhado para ficar mais espontâneo e menos ensaiado… Mas como eu fui na dia da estréia dou esse desconto e aproveito para recomendar a todos os leitores curitibanos e para os que estão visitando a cidade.
Mais informações…
Eu Quero Sexo – A Primeira a Gente Nunca Esquece
Sábados e domingos às 18h30 até 7 de junho.
Ingressos: R$ 30,00 (inteira) , R$ 20,00 (bônus) e R$ 15,00 (estudantes, assinantes da gazeta do povo, idosos, professores e doadores de sangue)
Cia Máscaras de Teatro – Curitiba – PR
Texto e Direção: João Luiz Fiani.
Elenco: Nane Narineski, Joel Vieira, Maicon Santini, Claudinho Castro, Leo Dalledone, Camila Barreto, Claudinha Melik, Douglas Maister, Mike Schinda, Nana Marvila, Bruna Louise, Daniel Marcondes e Jeruza Quadros.
Duração: 75 minutos.
31 de May de 2009
se eu morasse ai eu iria, amo teatro, mas apesar de aki em goiania ter 1,8kk de habitantes o teatro nao faz sucesso…
Parece-me muito interessante essa peça, é uma pena que não venha que minha cidade, interior de São Paulo, que nem um Teatro tem.